segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Não foi dessa vez, Barrichello



Mais uma vez Rubens Barrichello morre na praia, e ainda presencia seu companheiro de equipe Jenson Button deixar de ser uma promessa para se tornar um campeão. Jenson Button fez uma temporada perfeita ao longo do ano, vencendo as 6 das 7 primeiras corridas. Conseguiu administrar o campeonato com frieza e acima de tudo competência. A qualidade de campeão demonstrada no começo do Mundial foi mais do que suficiente para bater os adversários que foram aparecendo pela frente. Nenhum outro piloto conseguiu largar mais vezes na pole, obter mais que a metade do número de vitórias e pontuar tanto quanto ele.Com um futuro incerto no início da temporada devido ao abandono da Honda, Button se viu sem uma equipe para a disputa do mundial. Recebeu então o convite do poderoso Ross Brawn para se juntar a Brawn GP, e juntamente com Rubens Barrichello se arriscou neste projeto. Ross Braw nem poderia imaginar que sua equipe conseguiria a façanha de ser a primeira estreante da história a faturar o Mundial de Pilotos e Construtores.
Jenson Button está longe de ser considerado um astro da F1, mas com sua frieza e inteligência aliada a uma boa equipe, mostrou que pode ser campeão. De novo em Interlagos, o palco dos novos campeões como Alonso, Raikkonen e Hamilton, agora foi a vez de Button se tornar o 12º britânico a se tornar campeão mundial.














Inspirado pelo alemão Boris Becker e o americano Pete Sampras, o suíço de 28 anos Roger Federer começou a jogar tênis em 1989. Aos 17 já se tornava o melhor jogador júnior de tênis do mundo e após 1 ano já conseguiu cravar seu nome entre os 100 melhores tenistas no ranking da ATP(Associação de tenistas profissionais).

Roger Federer não está no topo da lista da ATP por acaso. Com seu serviço potente, boas jogadas de direita, um dos melhores backhands e um voleio preciso, sempre cria muita dificuldade para seus adversários.


Com tanta técnica, Federer hoje é considerado por muitos analistas esportivos como o melhor tenista de todos os tempos, superando facilmente seus grandes inspiradores Becker e Sampras. Contudo ele não é apontado como melhor tenista apenas pelas suas características, Roger leva em sua bagagem uma grande quantidade de títulos como quatro Tennis Master Cup, 16 ATP Master 1000, 26 outros torneios realizados pela ATP e o grande feito de ganhar 3 dos 4 torneios de Grand Slam em umas mesma temporada.Feito realizado nos anos de 2004, 2006 e 2007.

O suíço nasceu para quebrar recordes, junto ao seu técnico Pierre Paganini disputou 4 finais de Grand Slam em uma mesma temporada nos anos de 2006, 2007 e 2009, permaneceu mais tempo no topo da lista da ATP com 237 semanas seguidas, foi o único tenista que conseguiu vencer os torneios de Wimbledon e US Open na mesma temporada por 4 anos seguidos a partir de 20004. Junto a Andre Agassi, se tornou o único a vencer os quatro Grand Slam em pisos diferentes (Rebound Ace na Austrália, saibro na França, grama na Inglaterra e DecoTurf nos EUA). Porém seu maior feito foi realizado neste ano de 2009, quando venceu pela sexta vez o torneio de Wimbledon tornando-se o maior vencedor de Grand Slam da história do tênis com 15 troféus.



Federer apesar de ter ganhado mais de 50 milhões em prêmios e falar 4 línguas fluentemente, é visto como um homem de bom coração.Passa boa parte do seu tempo ajudando pessoas necessitadas fazendo parte das Nações Unidas e tendo sua organização chamada Fundação Roger Federer que auxilia crianças carentes na África do Sul, país natal de sua mãe Lynette.

sábado, 24 de outubro de 2009

Imoralidade ainda supera conquistas de Ricardo Teixeira


Imoralidade ainda supera conquistas de Ricardo Teixeira

Perpetuado há mais de vinte anos presidente venceu duas copas mas escândalos prevalecem


Que Ricardo Teixeira é um dos grandes responsáveis pelo sucesso da seleção brasileira de futebol, dentro e fora dos gramados, é inegável. O gestor de qualquer entidade deve trazer prosperidade para a mesma, e isso ele fez. O lucro da CBF, dirigida por Ricardo, em 2008 foi o maior da história da entidade, quase triplicando a segunda maior receita, e fechando em R$32 milhões. No período em que esteve no poder ele conseguiu ainda trazer duas taças da Copa do Mundo para o país, além de ter chegado a uma segunda colocação. Esses fatores mostram uma faceta um tanto quanto heróica do homem que preside a maior entidade de futebol do país há mais de vinte anos.

A face oculta

Ricardo Teixeira tem seu nome associado a diversas vitórias, mas sua fama vem acompanhada de acusações e denúncias de escândalos. Os delitos apurados correspondem a nepotismo no preenchimento de cargos na confederação, pagamento de viagens para magistrados e outras autoridades com verba da CBF, feitura de contratos lesivos, principalmente na parceria com a Nike, omissão nas declarações de rendimentos auferidos pelo próprio em 91,92 e 93, inclusive em suas fazendas no Rio de Janeiro. Um currículo um tanto quanto maculado para um presidente em exercício desde 1989, e que já prestou esclarecimentos em diversas CPIs.

“O vôo da muamba”

Um caso chama maior atenção, é apelidado de “vôo da muamba”, e ocorreu em 1994. A comissão da seleção brasileira voltava da Copa do Mundo, realizada nos Estados Unidos, com muita moral e muita bagagem. Como todos sabem, na época, através do Plano Real o dólar estava com uma cotação baixa, o que facilitava as compras nos E.U.A. Assim a delegação voltou com nada menos do que 17 toneladas de produtos importados. A Receita Federal foi obrigada a impedir a entrada de tamanha bagagem, e para não pagar impostos o “Dr. Rico Teixeira” como era carinhosamente conhecido, acionou seus contatos para liberar o conteúdo, que teve que ser transportado por dois caminhões e seis caminhonetes para fora do aeroporto. A “liberação” do chefão teve um prejuízo para a Receita estimado em mais de um milhão de reais, o valor pago no aeroporto foi de 50 mil. Como ninguém consegue sair ileso de tudo, Teixeira foi alvo de uma ação civil movida pelo Ministério Público por improbidade administrativa. A condenação saiu (obviamente não é final, cabe recurso), e como toda boa pizza, ficou na esfera pública, condenado o presidente da CBF a ter seus direitos políticos suspensos por três anos. Ele não poderá, neste período, firmar contratos com o Poder Público e receber benefícios ou incentivos fiscais.

Era um tanto quanto óbvio que ninguém seria preso, e é um tanto quanto previsível que a pena não será cumprida, porém qualquer cidadão comum que burla a Receita Federal merece a prisão. E isso me tira do sério.

domingo, 27 de setembro de 2009

Sampdoria vence a Inter e reassume a liderança do Calcio

Em jogo realizado ontem, em Luigi Ferraris, a Samp conseguiu a sua quinta vitória em seis partidas disputadas pelo Campeonato Italiano até agora. A vítima dessa vez foi a toda poderosa Inter, que era até então a líder do campeonato, mas não foi páreo para os blucerchiati de Gênova.

Quem assistiu a partida observou um jogo até certo ponto truncado, com muitos erros de passes e muito nervosismo, já que a partida valia a liderança da competição. E durante toda a partida esse foi o reflexo dos dois times em campo: muita vontade, muita disposição e pouca inspiração nas quatro linhas.

No primeiro tempo a Samp foi um pouco melhor, mas foi tão pouco melhor que quase não se notou a sua superioridade em campo. Os comandados de Del Neri foram poucos criativos, já que Tonino Cassano não estava no seu melhor dia.

No segundo tempo foi a vez da Inter comandar as ações. Mas, apesar de ter maior posse de bola, foi na segunda etapa que saiu o gol do jogo.

Aos 26 minutos, após falha de Santón, Palombo serviu a Maninni que encontrou Pazzini livre dentro da área que só teve o trabalho de arrematar no contrapé de Júlio César e abrir o placar em Gênova.